Num projecto, até à conclusão efectiva da obra, há sempre, para cada caso específico, uma margem de opção entre dois limites – máximo e mínimo. Cabe ao sentimento individual do arquitecto, no que ele tem de artista, escolher entre esses dois valores extremos, determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa. A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitectura da simples construção. (Lúcio Costa)

 

 

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